Cresci à beira do Índico.
Na Escola Portuguesa de Moçambique era guarda-redes da equipa de futsal e fazia as festas da escola. Tinha 15 anos quando o meu irmão chegou da Cidade do Cabo com um controlador de DJ. Aprendi quase tudo sozinho, no quarto, de fones, com o controlador em cima da cama e a minha mãe a mandar-me dormir porque no dia seguinte havia escola.












